Não bastasse o lixo, cocôs de pets contribuem para a sujeira em Juazeiro




Já não bastasse o lixo espalhado em Juazeiro, a população também tem que conviver com as fezes de animais domésticos espalhados na cidade, principalmente nas calçadas das residências, pontos comerciais, prédios públicos e particulares.



Donos de cães saem para passear com seus animais e não assumem a responsabilidade de coletar o cocô dos bichinhos e descartar no local apropriado: lixeira.


Assim, a cidade que está suja fica pior. Qualquer pessoa pode notar, ao andar pela cidade, que vários objetos de uso comum e diário podem ser facilmente encontrados nas ruas, a exemplo de sacolas plásticas, pacotes de biscoitos, latas de bebidas alcoólicas e refrigerantes, entre outros. Todo esse material descartado por cidadãos que inevitavelmente cobram a limpeza pública.


A obrigação é do dono recolher as fezes do seu animal, deixá-las na rua, além de deixar a

cidade suja, é um perigo para a saúde de todos. O cocô do cachorro pode transmitir doenças para os humanos e até para os próprios animais.


Adriana Silva é uma exceção, entre os milhares de proprietários que levam seu pet para passear com um saquinho em mãos. “A gente conta com o bom senso das pessoas, nós lá em casa temos esse hábito desde que Max entrou nas nossas vidas e estimulo amigos, que criam animais, a fazerem o mesmo para evitar mais sujeira em nossa cidade. O mais importante é que o dono do pet tenha a consciência de recolher as fezes, colocá-las em uma sacolinha reforçada e jogar na sua própria lixeira”, conta.


Algumas cidades do Brasil já adotaram a aplicação de multas para os donos dos cães que não recolherem os dejetos animais. Não recolher o cocô que o cão faz na rua pode render multa no Paraná, e no Estado existe a obrigatoriedade do uso de coleira, da guia e do uso do recipiente próprio para recolher fezes.


Mônia Ramos Jornalista

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