A pedido de Toffoli, PGR apura fogos de artifício lançados em direção ao STF




A Procuradoria-Geral da República (PGR), após um pedido do presidente da corte, Dias Toffoli, instaurou uma investigação preliminar para apurar os fogos de artifício que foram lançados em direção ao Supremo Tribunal Federal, no último sábado (13).

A medida foi assinada pelo procurador João Paulo Lordelo, que assessora o procurador-geral Augusto Aras para temas de matéria penal.


O presidente da Corte pediu "a responsabilização penal daquele(s) que deu/deram causa direta ou indiretamente, inclusive por meio de financiamento, dos ataques e ameaças dirigidas" ao STF.


Toffoli também pediu a responsabilização de Renan da Silva Sena, "por ataques e ameaças à Instituição deste Supremo Tribunal Federal".


Ontem (14), Toffoli afirmou que a Corte jamais se sujeitará a nenhum tipo de ameaça e classificou o episódio como " mais um ataque ao STF". O ministro destacou ainda, que a atitude simboliza um “ataque a todas as instituições democraticamente constituídas”. Na nota divulgada por Toffoli, ele afirmou que o Supremo repudia tais condutas e se socorrerá de todos os procedimentos legais para se defender. 



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