Após reunião, moradores de Juremal decidem levar o problema no fornecimento de água à Justiça.

Representantes da Prefeitura de Juazeiro eram aguardados no local, mas ninguém apareceu.

Preocupados com a situação da água que chega ao distrito de Juremal, zona rural de Juazeiro, os moradores se reuniram, na noite desta terça-feira (05), no Teatro Municipal, para discutir sobre as ações que devem ser tomadas.


Durante o encontro, o Professor Josué Nunes Ferreira, falou sobre este problema que está preocupando os moradores de Juremal e outros três povoados vizinhos.


A situação é grave e esperamos que a administração municipal resolva o problema. É só isso que queremos. A maioria dos moradores é carente é não tem condições de comprar todos os dias água mineral para beber, e muitas das pessoas estão deixando de comprar comida e medicamentos para ter um pouco do que beber em suas casas, enquanto isso, no final de cada mês, o recibo do SAAE chega para que as pessoas paguem as contas pelo consumo de uma água contaminada”, disse o professor Josué Nunes.


Temos um laudo da análise da água feita pelo SENAI e constatou a presença de coliformes totais o limite aceitável é ausência e fenóis acima do limite aceitável conforme portaria 05/2017, anexo XX potabilidade da água para consumo humano", acrescentou.


A população aguardava a presença de representantes da gestão municipal na reunião, para debater o problema, mas nenhum representante foi ao local.


Insatisfeitos com este descaso, a comunidade de Juremal decidiu acionar a Justiça para que a situação possa ser resolvida: “Já como houve o desprezo aos moradores por parte do município, então a comunidade terminou sendo provocada por levar o caso à Justiça e ao Ministério Público”, declarou o Vereador Allan Jones (PTC), que estava presente na reunião.


O Vereador Charles Leal (PDT) também estava presente e foi além, propondo aos moradores que não façam o pagamento da conta mensal de água: “A comunidade deve pagar o que consome se a água estiver em boas condições, agora se for constatado que a água esteja imprópria para o consumo, ela não tem como pagar”.



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