Brasil mostra boas ideias em estreia no Pré-Olímpico, mas segundo tempo deixa lições.


Se você não resistiu ao sono ou por algum outro motivo precisou desligar a TV no intervalo da vitória do Brasil por 1 a 0 sobre o Peru, na noite do último domingo, deve ter ficado com uma impressão positiva da seleção sub-23. A equipe de André Jardine praticou bom futebol nos primeiros 45 minutos da estreia no Pré-Olímpico e poderia ter ido para o vestiário com vantagem ainda maior.


Porém, quem acompanhou o segundo tempo da partida na Colômbia viu o Brasil disperso e espaçado, sofrendo sustos e complicando um jogo que parecia fácil.


Assim como acontece com os clubes brasileiros nesta época do ano, é preciso fazer a ressalva de que a maioria dos jogadores da Seleção está voltando de férias, em início de temporada. Dos 11 titulares contra o Peru, apenas Paulinho atua no exterior.


Porém, só o aspecto físico não pode justificar a queda de rendimento da seleção sub-23, que precisa tirar lições da partida do último domingo, especialmente do segundo tempo, se quiser confirmar o favoritismo e garantir uma vaga nos Jogos de Tóquio.


Antes de tudo, vamos falar do que deu certo. E não foi pouco na etapa inicial. Jogando com as linhas altas e dificultando a saída de bola dos peruanos, o Brasil dominou a partida e chegou a ter mais de 80% de posse de bola em alguns momentos.




Fonte: GloboEsporte.com

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