Caso Rani Eletricista: novas vítimas do assediador se pronunciam nas redes sociais em Juazeiro



O Cartaz da Cidade, publicou recentemente uma matéria sobre o assediador de mulheres que vinha atuando na cidade de Juazeiro, norte do estado. Marcos Ranieri de Freitas, “Rani Eletricista” como é conhecido, foi preso após perseguir e chantagear diversas mulheres.


O caso ganhou grande repercussão na cidade após Cintia Catherine, que é muito conhecida pela realização de diversos projetos de apoio às mulheres, ter publicado em suas redes sociais um vídeo, narrando as práticas do homem e incentivando outras mulheres a denunciarem os crimes cometidos por Ranieri.


Durante todo o fim de semana, a redação do Cartaz da Cidade recebeu novas denúncias contra o falso eletricista, além de perceber diversos vídeos publicados nas redes sociais por mulheres que também foram vitimas do assediador, a exemplo de Adriana Silva, Maria Elianeide e Dilma Pires, como se vê abaixo.



O "modus operandi" do indivíduo sempre era o mesmo com todas as mulheres. Todas alegam o aparecimento de bilhetes anônimos nas residências, que relatavam falsas queixas de vizinhos, reclamando de vazamentos e infiltrações, ou atentando para problemas nas estruturas dos telhados, sugerindo a contratação de um especialista para os reparos, o que permitia o acesso de Rani às residências dessas mulheres. Depois, conhecendo toda planta da residência alvo, Rani se fazia passar por outras pessoas, alegando ter fotografias comprometedoras das vítimas e chantageando-as por dinheiro ou sexo, enviando, inclusive, diversas fotos de suas partes íntimas, sem mostrar a cara. Além deste tipo de chantagem, Rani também praticava extorsão, através de falsos serviços de eletricista e pedreiro realizado nas residências, que não precisavam de reparo algum.


Além das acusações de assédio e extorsão, Ranieri também é acusado de não pagar pensão alimentícia, de roubo de aparelhos celulares, de pedofilia, de tentativas de estupro e de agressões.


O caso continua sendo investigado pela DEAM (Delegacia da Mulher) e pela DHPP (Delegacia de Homicídios). Além disso, a Policia Civil informa que mulheres que foram vitimas, devem procurara a delegacia para realizarem as denuncias e colaborarem com o caso.




Fonte: Redação Cartaz da Cidade

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