Contaminação de Paulo Bomfim pode provar que ele estava errado nas decisões para Juazeiro



Em meio a tantos Decretos sem critérios, Paulo Bomfim admite ter contraído a Covid-19 e não ter transmitido aos seus familiares. Agora, a questão é descobrir se ele manterá seu jeito monocrático de ser, ou se ele dará ao povo a mesma oportunidade de escolha que teve.

Por Sidney Lima

De fato, temos que agradecer a Paulo Bomfim por ser prova viva e testemunhal de que a população de Juazeiro, mesmo tendo que tomar cuidado com a Covid-19, como deveria ter com qualquer outro tipo de doença, não deve se deixar alarmar pelas mídias e pelos governantes que desejam o caos, para se aproveitarem da crise e roubarem, ainda mais, o país, tentando, inclusive, se perpetuarem-no poder.


Sim, Paulo Bomfim assumiu ter contraído a doença e, de forma assintomática (não sentiu nada). E não transmitiu o vírus nem para seus familiares mais próximos, dos quais não manteve afastamento social. Ou seja, milhares de pessoas da cidade podem ter as mesmas características do Prefeito e estarem presos em suas casas à toa.


Assim, podemos notar, mais uma vez, que a administração de Juazeiro está pecando muito, quando mantém em vigor diretrizes travestidas de Decretos, que, em grande parte, são ilegais. E mais, está destruindo famílias, não pela pandemia, mas pela demissão e pela falência, que, em médio prazo, trará consequências desastrosas para nosso povo.


Juazeiro-Ba, com o comércio fechado.



Até quando vamos nos manter quietos, aceitando tudo o que a “grande imprensa”, aquela que não se pode deixar de ler, escutar ou assistir, mas que só quer lucrar com as propagandas dos governos e que, agora, estão chorando pelas atitudes dos novos políticos que realmente querem ajudar ao povo e evitar as roubalheiras, que víamos imperiosas em tempos passados, vem divulgando em seus noticiários?


O que pretendemos, aqui, é seguir a missão de nosso site de notícias (Cartaz da Cidade) e deixar nossos leitores e seguidores com informações suficientes para formarem suas próprias opiniões. Como exemplo, gostaríamos que você, que nos prestigia agora, assistisse a esse vídeo, cujo autor não conseguimos verificar, mas que presta um grande momento de reflexão para quem deseja se libertar através da análise das informações recebidas, ou seja, da inteligência que Deus nos deu.



Agora que nossas mentes estão mais abertas, podemos passar para a etapa seguinte e mostrar, de forma melhor detalhada, a tabela de dados da Prefeitura de Juazeiro, de acordo com o último boletim informativo, para que possamos entender o que será analisado, mais adiante, nesta coluna.





Então! Agora, poderemos passar para as explicações devidas sobre o motivo de sempre termos afirmado que o Prefeito não usa nenhum critério científico ou, pelo menos, lógico, para justificar a quantidades de ordens insanas que estão sendo implementadas contra a população de Juazeiro e que, no atual momento, ainda estão sendo chanceladas pelo próprio Governador da Bahia, que chefia um Consórcio de Prefeitos de linha de pensamento esquerdista, e que está sendo investigado pelo possível uso inadequado do dinheiro público na compra de equipamentos importados, principalmente, da China, país de origem dos problemas pelos quais estamos passando em todo planeta.


Se usarmos mentes e olhos abertos, veremos que, em relação ao total da população de Juazeiro, mais de 216.000 habitantes, estatisticamente não deveríamos ter qualquer tipo de preocupação com relação à quantidade de pessoas que, confirmadamente, contraíram a doença, pois representam menos de 0,26% dos cidadãos. Vale ressaltar, neste momento da análise, que o número de casos NOTIFICADOS nem deveria constar nesses dados, pois de nada serve, a não ser para amedrontar à população, uma vez que apenas uma tosse já pode incluir um número a mais neste item, pois este campo não requer nenhum tipo de comprovação para esta quantificação ser aumentada.


Então, vamos sacudir as cabeças pensantes dos que nos acompanham. Vamos partir para uma análise ainda mais relevante, que nunca é exposta aos munícipes. Isso, para permitirmos o entendimento de como se pode utilizar uma estatística, objetivando o atendimento aos anseios de quem quer manipular dados, através do controle da informação que será passada à população.


Pelas recomendações da OMS (já que usam essa instituição para explicar tudo nessa época), a Prefeitura de Juazeiro deveria ter, em caso de normalidade, entre 648 e 1.080 leitos, para o atendimento de nossa população. Não iremos considerar quantos leitos o Estado da Bahia deveria abrir em nossa cidade, para o atendimento regional, que já se trata de um caso à parte por consequência de o Estado considerar Juazeiro como polo regional de saúde, para região do Vale do São Francisco. Temos isso?


Então, vejamos. Temos 25 casos de internamento de pessoas com Covid-19 no momento, o que equivale a 0,1157% da população municipal, ou 4,48029% da população comprovadamente infectada pela doença. Mais a frente, comentaremos sobre o porque das Prefeituras estarem criando hospitais de campanha.


Respeitamos muito cada caso de óbito por consequência de qualquer doença cujo Sistema de Saúde Pública não tenha conseguido impedir, como deveria ser a regra. Respeitamos, principalmente, os casos de óbitos provocados por esta doença famigerada, importada por um país cujas regras para liberdade da informação são de cerceamento, o que, caso fosse o contrário, poderia nos possibilitar a adoção de medidas antes mesmo da chegada desse bichinho em nosso quintal (falamos aqui da China). Mas, precisamos analisar a administração de uma população de forma ampla (lembre que temos que estar com a mente e os olhos abertos). Então, vamos lá.


O número de óbitos causados pela Covid-19, podendo se confirmar que todos os casos foram determinados por esta doença e não por outras comorbidades agravadas pelo vírus, mesmo sendo uma coisa muito triste, não atinge a 3,95% das pessoas que pegaram a doença. E, quando comparamos esse dado com o somatório de nossa população, o valor nem chega perto de uma casa decimal de uma unidade numérica, nos mostrando uma fatalidade com 0,01% dos juazeirenses. Esse dado, embora triste, deveria ser usado também para embasar ações governamentais sérias pros nossos munícipes, para que a população não sofresse tanto quanto vem sofrendo por conta das deliberações sobre o fechamento arbitrário do comércio, ou por conta do cerceamento do direito de ir e vir dos cidadãos, amplamente garantido por nossa Constituição, mas que vem sendo vilipendiado, a cada dia, por alguns governantes.


Ora, se temos uma taxa de recuperação já conquistada, bem como uma taxa de tratamento domiciliar, que não move o aparato da saúde pública intensiva, somando quase 92% dos casos confirmados, não seria a hora de revermos alguns conceitos, para se pensar na cidade como um todo e não somente como uma prisão pra se evitar a ação de um vírus que todos dizem que vai pegar na maior parte da população?


Não estamos sugerindo a abertura de todas as regras, mas sim a deliberação inteligente de regras que mantenham a vida das pessoas, mas também a vida do comércio, dos empregos, da renda e dos demais meios de sobrevivência das pessoas que não dependem, unicamente, da proteção contra esse vírus. Assim, agora podemos retomar àquela questão da construção dos hospitais de campanha, citada acima. Então, vejamos.


A construção dos hospitais de campanha serve para dar a sensação de segurança à população, que passou a reconhecer a preocupação dos líderes políticos com a plenitude da vida das pessoas. Se a quantidade de leitos normais de uma cidade já não estaria atendendo aos seus munícipes, a pandemia chegou para sugerir aos bons administradores públicos (aqueles que não se corromperam) ao pensamento de oferecer condições que possibilitassem o atendimento exclusivo de quem precisaria de cuidados médicos sem a aproximação de outros tipos de pacientes, evitando-se a contaminação de pessoas que, embora doentes, não estariam em risco com o Covid-19, nos demais hospitais normais daquela cidade.


E mais, as deliberações como a necessidade do uso de máscaras, que não afetam a relação humana no tocante à vida social ou à profissional, é uma questão de lógica nessa guerra contra o vírus. Questões, como a higiene pessoal constante, nem deveriam ser lembradas. Mas, se a população precisa de Decretos para se manter limpa e higienizada, para evitar o contágio de outras pessoas, que fosse o caso, pois também é uma deliberação que não afeta o dia-a-dia das pessoas no tocante às suas agendas de vida. Testagem em massa, para se zonear os locais de maior incidência da doença, para deliberações mais intensas apenas em áreas mais restritas, deveria ser uma ação de qualquer órgão de saúde que quisesse ter o controle de seus números. Já teríamos aí quatro ações básicas que poderiam e deveriam ser intensificadas por qualquer Prefeitura.

Toque de recolher em Juazeiro-Ba.



Mas, o que vimos de verdade quanto à essas providências na cidade de Juazeiro? Temos alguma ação para a conquista da testagem em massa, desde o início do problema? Não. Temos a distribuição e campanhas de conscientização intensiva para o uso de máscaras e/ou material de higiene pessoal, principalmente para a população mais carente da cidade, que é bastante grande? Não. Tivemos ou temos algum tipo de preocupação pública, para a construção de um hospital específico para o atendimento dos pacientes da Covid-19, sem se mexer no número de leitos que o município já tinha para o atendimento de todas as demais doenças que possam debilitar os cidadãos até a necessidade deste tipo de intervenção hospitalar? Claro que não. Neste último caso, preferiu-se desativar uma unidade de saúde já existente para, simplesmente, renomeá-la como sendo específica e destinada aos infectados do Coronavírus, o que, logicamente, reduziu a capacidade de atendimento para outras comorbidades.


Ora, não queremos ensinar às senhoras e aos senhores, que nos acompanham, como usar seus cérebros para pensar. Nem mesmo queremos direcionar você para essa ou aquela ideologia política. Não, não se trata disso. Mas, temos a responsabilidade de alertarmos, através da informação, que os número estão sendo usados para deliberações simples, que não necessitem, sequer, de grandes investimentos (ex.: trancar todos em casa), mesmo durante um Estado de Emergência que permite a contratação de empresas sem a necessidade de atendimento às leis de licitação, como vimos nesta semana, como a realização de uma “contratação ao apagar das luzes”, conforme noticiado na imprensa local.


Por isso, infelizmente, vemos parte da população honesta e trabalhadora descumprindo os Decretos, às vezes como em uma ação deliberada de desobediência civil meio desorganizada. A prefeitura de Juazeiro, sem as devidas condições de manter suas determinações, fiscaliza, por exemplo, o comércio no centro da cidade, mas permite, por omissão, o funcionamento das empresas nos locais mais afastados. E nem é preciso se afastar tanto do centro, como em bairros como João Paulo II, Itaberaba ou Dom José Rodrigues. Basta nos afastarmos um pouco a Adolfo Viana, da Rua da 28, do Calçadão e de outras áreas comerciais mais famosas do centro, que já podemos verificar diversos outros pontos comerciais em funcionamento. Inclusive, pasmem, algumas academias estão funcionando de portas fechadas, com a entrada de seus alunos de forma sorrateira (algumas vezes, de forma escancarada mesmo). Isso, só demonstra que a Prefeitura está criando outro tipo de segregação em nossa cidade, que poderíamos até chamar de segregação comercial.


Nitidamente, o atordoamento do Prefeito é tamanho, que já percebemos uma coisa: quem reclamar pesado, tem seu caso específico reavaliado. Foi o caso, para exemplificar, da inclusão das lojas de insumos agrícolas na lista das que são consideradas como sendo de serviço essencial. Isso, na última hora, na noite anterior ao cumprimento da portaria que mexeu com os comerciantes e com parte da imprensa local, após diversas discussões acaloradas entre as partes envolvidas.


Em resumo, quem não brigar por seus direitos permanecerá sofrendo com os incríveis absurdos sem critérios claros. Se não, poderíamos acreditar que um único critério (fajuto), utilizado por uma propaganda categoricamente comunista, tipo “vamos proibir seus direitos e trancá-los em casa, mas só porque nos preocupamos, unicamente, com você”, seria verdadeiro. Como que se pudéssemos deixar o restante dos problemas para verificarmos depois. Isso, se esse restante ainda pudesse ser consertado. Se não, as atitudes que acontecem hoje poderiam ser justificadas colocando-se a responsabilidade, unicamente, nas costas do Governo Federal, por, por exemplo, não pagar a atual “Bolsa Covid” por mais meses, caso essa pandemia dure por muito mais tempo.


Por fim, cabe a cada um de nós, seres pensantes que somos, analisar cada informação a nós passada, para tentarmos estabelecer um critério lógico nas discussões de nossos problemas presentes e previstos para o futuro, determinando, por meio da pressão política que temos, as melhores ações para a coletividade, sem a atuação monocrática de pessoas que, por exemplo, mesmo admitindo que o aumento de casos na cidade se deu por conta do aumento da testagem, determinou, pela segunda vez, o fechamento do comércio, como se os empresários fossem os verdadeiros culpados por sua incompetência. E mais, se não enxergarmos isso logo, a testagem poderá ser diminuída, objetivando a queda no número de casos, para, em entrevistas tendenciosas ou propagandas comerciais e políticas programadas, se dizer que a ação foi eficaz.


Fiquemos alertas e atuantes, pois o poder democrático emana do povo e não das pessoas que colocamos para administrar nossos interesses públicos, sob a contrapartida de uma remuneração paga por nós. Autoridades somos nós, como um todo, através da demonstração de nossos desejos, organizados pelas escolhas de nossos representantes e/ou demonstrando nossa insatisfação, quando os escolhidos começam a pisar na bola. Não temos que pagar salários para pessoas que foram eleitas funcionárias do povo, mas que não atendem às necessidades reais do mesmo povo.


Que Deus nos dê inteligência, serenidade e força, pois precisamos muito desses três itens no nosso atual momento.


Sidney Lima

Pós-Graduado em Administração

de Segurança Pública e em

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