Denúncia de calote de Paulo Bomfim com apoio dos Vereadores de situação


Prefeito manda para Câmara de Vereadores um Projeto que pede autorização legislativa para suspender o pagamento de refinanciamento de dívida municipal com a Previdência Social, com vencimento entre 1º de março e 31 de dezembro de 2020.

Por Sidney Lima


A Câmara Municipal de Juazeiro, desde que alguns Vereadores engrossaram o grupo de oposição, inicialmente encabeçado por Alan Jones, tem trazido à população diversas controvérsias que, antes, não eram percebidas, já que a maioria dos opositores só se bandeou para a nova posição no início deste ano eleitoral.


A bola da vez é a tentativa de Paulo Bomfim, com a desculpa do Covid-19, tentar empurrar suas obrigações com a Previdência Social dos funcionários do município ainda mais para a frente, sendo carinhosamente chamada pelo grupo opositor de tentativa de calote.


Para o Prefeito, que mais tem trabalhado como garoto propaganda de uma campanha que ainda nem começou, a proposta visa fazer parte de um programa federativo de enfrentamento ao Coronavírus. Mas, como para a oposição, este Projeto ainda será apreciado na tarde de hoje (02), resta uma esperança de que o mesmo, que, segundo Alan Jones, é muito danoso para os trabalhadores do município, não seja aprovado, obrigando Paulo Bomfim a cumprir com o que fora acordado anteriormente, pagando o refinanciamento normalmente entre 01º de março e 31 de dezembro de 2020. “Juazeiro-BA receberá mais de R$ 18 milhões do Governo Federal, nos próximos meses”, ressalta Alan.


Fato é que, agora que os Vereadores estão tentando “ajudar os trabalhadores”, Alan Jones anuncia que “este projeto se refere ao débito que o município tem junto ao Instituto de Previdência de Juazeiro (IPJ); que, em 2016, o déficit patronal do Município de Juazeiro-BA, deixado pelo ex-prefeito Isaac Carvalho, chegou a R$ 6 milhões; e que, no ano de 2017, a Câmara aprovou o parcelamento do débito, sendo, agora, um absurdo quererem suspender o pagamento do débito junto ao IPJ”.


E, para quem não entendeu a suposta maracutaia em questão, questionada pelos Vereadores, “esta possível deliberação aumentaria o endividamento da prefeitura com o IPJ, deixando uma herança maldita para o próximo gestor”, afirma Alan.


Concluindo, o representante da oposição da Câmara diz que “outras medidas poderiam ser adotadas pelo governo tomar, como de enxugar a folha de pagamento [que só tem crescido no período da pandemia]*, fazer reforma administrativa, ver os serviços que são desnecessários neste momento, até porque nós servidores estamos pagando desde maio 14% de alíquota a título de contribuição previdenciária, sendo que a câmara aprovou a redução dessa alíquota patronal ..., e agora estão pedindo a suspensão do pagamento do refinanciamento”. *[nossa observação]


Agora, é esperar as cenas dos próximos capítulos, para sabermos se mais esta conta seguirá para o próximo gestor municipal, a partir do ano que vem, já que Paulo Bomfim parece já estar entregando o jogo, tentando empurrar tudo que pode para que outra pessoa, como se diz no popular, “se arrombe” com as contas de Juazeiro. Vamos ver se os Vereadores que defendem esse tipo de administração desastrosa, como os que ainda estão do lado do Prefeito, conseguirão terminar de, como dissemos, “arrombar o povo”.


(com informações do Blog Opará)


Sidney Lima

Pós-Graduado em Administração

de Segurança Pública e em

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