Desarticulação no Congresso ameaça reforma administrativa de Bolsonaro.


A desarticulação política do governo no Congresso põe em risco pontos-chave da reforma administrativa proposta pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), como a transferência do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) para o Ministério da Justiça e a migração da Funai (Fundação Nacional do Índio) para a pasta da Mulher, da Família e Direitos Humanos.

A ponderação parte de líderes do centrão, cujo apoio é crucial para a aprovação da Medida

Provisória 870. No total, o texto recebeu 539 emendas, algumas do próprio PSL, partido do governo. A reestruturação enxuga de 29 para 22 o número de pastas com status ministerial. Dois pontos polêmicos são o fim do Ministério do Trabalho, cujas atribuições foram distribuídas em três pastas (Economia, Justiça e Cidadania), e a transferência da Cultura para a Cidadania.

Com a prioridade voltada às negociações para aprovar a reforma da Previdência, o MP foi relegado a segundo plano na Câmara. Só no último dia 10 foi instalada a Comissão Mista que vai analisar pontos da proposta e colocar medidas em audiência pública.




Fonte: Bahia Notícias

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