Fecomércio prevê prejuízo diário de R$ 108 milhões até o final do mês na Bahia



A Federação do Comércio da Bahia (Fecomércio) estima um prejuízo diário em torno de R$ 108 milhões até o final do mês no segmento no estado em meio à pandemia do novo coronavírus. Apesar do dano, o presidente da Fecomércio, Carlos Andrade, prega cautela e planejamento e diz que o foco deve estar em preservar vidas e empregos.


“Eu vi hoje uma notícia de que o secretário da Fazendo do governo da Bahia estava prevendo um prejuízo em 90 dias de R$ 1 bilhão e meio. Se o governo está perdendo, deixando de arrecadar R$ 1 bilhão e meio, o prejuízo do comércio realmente tinha estimado em um prejuízo diário de R$ 108 milhões até o final do mês”, disse o presidente da entidade há cinco anos. 


Ao elogiar as medidas adotadas na Bahia e em Salvador, Andrade diz temer que o fechamento do comércio se estenda por muito tempo. O fato poderia causar danos graves ao setor. Ele afirma que muitas empresas baianas vão acabar indo à falência. “A grande maioria vai fechar, vai quebrar. O mais sério não é a empresa quebrar, porque a empresa é um número. O mais importante, o principal é desempregar as pessoas”.


No segmento os mais afetados serão os pequenos e microempresários. Segundo Carlos Andrade, no setor, 92% dos empresários são pequenos, micro e Microempreendedor Individual (MEI). “Nessas é que vai ser o efeito devastador. Porque  médio e o grande vão sobreviver, a duras penas, vão perder dinheiro, mas nesse momento o dinheiro é pouco importante. A vida sempre foi a coisa mais importante. O cara sem a vida, pode ter milhões, bilhões no banco, mas sem a vida não vale nada”, afirmou

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