Hospital Sírio-Libanês proibiu presença de médicos da rede em reunião com Bolsonaro.

Atualizado: Abr 3



Os médicos do Hospital Sírio-Libanês foram proibidos de participar da reunião realizada nessa quarta-feira (01) com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O veto partiu da alta cúpula da rede, que possui unidades em São Paulo e Brasília.


Segundo informações do blog de Bela Megale, no jornal O Globo, os gestores avaliaram que ainda é prematuro tecer qualquer conclusão sobre o uso da cloroquina em tratamentos para coronavírus, pauta da reunião. O presidente vem defendendo a efetividade do remédio, mesmo que sem comprovação.

Junto com o Hospital do Coração e o Hospital Albert Einstein, o Sírio-Libanês tem realizado uma pesquisa sobre a eficiência da medicação, com a participação de 1.400 pacientes de 70 hospitais de todo Brasil. Mesmo assim, em entrevista à coluna, o médico Luciano Cesar Pontes de Azevedo, um dos coordenadores da pesquisa e funcionário do Sírio, ressaltou que vai demorar "ao menos dois meses" para que se chegue a uma conclusão.




Fonte: Bahia Notícias

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