Não vi quem lidou melhor com a economia na pandemia do que nós, diz Bolsonaro



Para o presidente Jair Bolsonaro, nenhum outro país lidou tão bem com a economia, durante a pandemia do novo coronavírus, como o Brasil. Ele avalia as propostas apresentadas pela equipe do ministro Paulo Guedes como "excepcionais"


"Enquanto se fechava quase tudo, nós não paramos, trabalhando e buscando meios para que empregos não fossem destruídos. E propostas apresentadas por nós foram excepcionais. No meu entender, não vi no mundo quem enfrentou melhor essa questão que o nosso governo", afirmou Bolsonaro. 


De acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na primeira semana de agosto, o Brasil encerrou o segundo trimestre com o maior número de desempregados em três anos. Entre abril e junho, a taxa de desemprego chegou a 13,3%, de 12,2% no país. 


O alto índice de desemprego é decorrência das medidas de isolamento social, orientadas pelas autoridades sanitárias, incluindo a Organização Mundial de Saúde (OMS), para conter a pandemia do novo coronavírus, que já deixou mais de 700 mil mortos no mundo inteiro. 


No Brasil, onde o governo federal não decretou nem incentivou o isolamento, a pandemia já deixou mais de 100 mil mortos até o momento. As medidas de contenção ficaram a cargo dos governos estaduais e municipais.


Bolsonaro reafirmou a confiança no trabalho do Ministério da Economia e disse que o Executivo tem pessoas competentes e preocupadas com os mais pobres. "Isso nos orgulha. Mostra que tem gente capacitada e preocupada com mais pobres e mais humildes, quando apareceu ideia do auxilio emergencial. Chegamos na casa de 65 milhões [de contemplados]".


O presidente, no entanto, afirmou que vem negociando com o Congresso Nacional para encontrar um "meio-termo" sobre a prorrogação do auxílio emergencial. Para Bolsonaro, o valor de R$ 600 é muito alto para o orçamento da União. 


"Hoje tomei café da manhã com o [presidente da Câmara, Rodrigo] Maia, e tratamos deste assunto. Os R$ 600 pesa muito para a União, porque é endividamento. E se o país endivida, você perde credibilidade", disse Bolsonaro nesta quarta-feira (19).


Em abril, começo da pandemia da Covid-19 no Brasil, a proposta do governo Bolsonaro era entregar o auxílio no valor de R$ 200. O aumento da quantia ocorreu após pressão da Câmara dos Deputados, que pediu para o benefício ser estabelecido em R$ 500. Ontem o presidente admitiu que o valor proposto inicialmente é baixo.


"R$ 600 é muito, R$ 200 é pouco. Mas dá para chegar a um meio-termo e ser prorrogado por alguns meses, talvez até o final do ano de modo que consigamos sair dessa situação. Fazendo com o que os empregos voltem à normalidade", acrescentou.



Fonte: Diario de Pernambuco

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