Nem Cloroquina, nem Rendesivir. Quem está acabando com o vírus é a Polícia Federal.



“Estudos revelam” que as ações da Polícia Federal contra governantes corruptos tiveram efeito devastador na pandemia, diminuindo drasticamente o número de casos do coronavírus, para que as arbitrariedades de isolamento social fossem revistas nos municípios.*

Por Sidney Lima

Se a coincidência não fosse trágica, seria cômica. Nenhuma das questões levantadas contra as arbitrariedades de Governadores e Prefeitos, impondo isolamentos sociais completos, lockdowns e toques de recolher ilegais, foi suficiente para que as autoridades assumissem que estavam completamente desnorteadas, face aos poucos estudos científicos que realmente pudessem orientar as decisões mais acertadas para conter a pandemia e evitar uma grave crise econômica.


Nem mesmo os apelos dos autônomos e comerciantes, que dependem de suas vendas para sobreviverem e levarem o sustento às suas famílias, sensibilizou tanto as autoridades quanto a Polícia Federal. Parece que, agora, depois das ações investigativas da PF contra Governadores tidos como envolvidos em atos de corrupção, por aquisições ilegais de equipamentos para o tratamento da pandemia, amplamente divulgadas nos noticiários nos três últimos dias, os governantes de muitos municípios do Brasil entenderam que os números não são tão alarmantes assim.


Incrivelmente, porém mais do que na hora, hoje (28), o Prefeito de Juazeiro não só estudou, como preparou e já tratou de anunciar um Projeto para a retomada da economia neste município baiano. Tudo bem que nada mudou em Juazeiro nas últimas semanas, para a tomada dessa decisão, no que diz respeito às mudanças das estatísticas, principalmente quando comparamos a Covid-19 com o H1N1, que poderiam justificar ações restritivas ou ações de liberação, já que nunca fora adotada nenhuma medida restritiva, para se conter o H1N1, por exemplo. Mas, como as ações de Paulo Bomfim nunca pareceram se basear em ciência, não seria esta de agora, que beneficia a população e que traz de volta a justiça aos pais de família que precisam comer, que seria questionada por nós.



Agora, se quiserem nos desmentir e afirmar que os números embasaram as decisões de antes e as de agora, gostaríamos que as devidas explicações matemáticas fossem passadas para a população, pois a previsão exata das datas de 01, 15 e 29 de junho, em relação às alterações numéricas da pandemia em Juazeiro, desde a sua chegada na cidade até a presente data, por favor, que façam as vezes.


Não vamos condenar a reabertura do comércio de forma controlada. Mas, iremos sim criticar a demora para a tomada dessa decisão, considerando o que já fora dito aqui, com a enorme falta de critérios para deliberações que só imitaram a de outros centros populacionais do país e, diga-se de passagem, muito maiores e em estado muito mais grave de pandemia que o nosso humilde município.


Por fim, só nos resta torcer para que essas autoridades admitam (mesmo que internamente) que erraram muito quanto às suas previsões e quanto aos prazos de suas medidas, além de assumirem que devem gerir nossas cidades de forma específica, não, apenas, copiando e colando as ações de outros gestores municipais.


Vamos trabalhar e que Deus nos ajude!



Sidney Lima

Pós-Graduado em Administração

de Segurança Pública e em

Publicidade e Propaganda


  • *Claro que não existe nenhum estudo quanto ao fato, sendo a afirmativa utilizada para ilustrar o comentário comparativo temporal e de fatos de forma bem humorada.

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