Polícia Rodoviária Federal de Petrolina demonstra falta de bom senso com a população de Juazeiro



O dia de hoje (11) marca mais uma passagem lastimável entre cidadãos brasileiros e os órgãos de segurança que deveriam existir para fazer cumprir as leis, mas em favor da população.

O fato atual comprova claramente que a Polícia Rodoviária Federal, localizada em Petrolina, mas que também atende a cidade de Juazeiro, embora composta por funcionários públicos, ou seja, cidadãos que deveriam contribuir para o bom andamento da sociedade dentro das normas vigentes e que são pagos por nós, cidadãos brasileiros, demonstrou, mais uma vez, a prepotência de quem administra uma instituição que deveria nos servir.


Neste episódio, o Sr. Yuri, micro empresário no ramo de cestas básicas, que atende a população do Vale do São Francisco, teve seu veículo inicialmente retido pelo fato de seu ( IPVA e Seguro Obrigatório) terem vencido nos último dia 10 de agosto, em meio à famigerada pandemia por qual passamos, e por estar sem o macaco e o triângulo, equipamentos obrigatórios, segundo determina o Código de Trânsito Brasileiro.


O funcionário e condutor do veículo fora orientado pelos agentes de trânsito da PRF a providenciar o necessário, para a devida liberação,o que fora feito pelo próprio Sr. Yuri.


Acontece que, quando retornaram ao local da abordagem, não encontraram mais o veículo, pois havia sido removido ao pátio que presta serviços à PRF, em Petrolina.


Ao se dirigirem para a sede daquele órgão público, imaginando que tudo estaria resolvido, com os comprovantes e equipamentos em mãos, foram destratados sob a alegação de que "os comprovantes poderiam ter sido falsificados em qualquer lan house", deixando o empresário e seu funcionário indignados, como se fossem estelionatários. Disseram a ele que só liberariam o veículo depois de o sistema da Bahia demonstrar que estava tudo pago.


Aí, ficam algumas questões: Seria isso o previsto no CTB? Seriam essas as orientações da Direção da PRF? E se o sistema da Bahia der uma pane, ficando fora do ar por um mês ou mais? O que um cidadão descente, que cometeu um erro administrativo simples de resolver, mas que teve sua idoneidade questionada, poderia fazer em uma situação dessas? Será que isso aconteceu por se tratar de uma sexta-feira e existem outras razões por trás das razões?


Super indignado, o Sr. Yuri enviou um vídeo para nossa redação, que exibimos aqui, agora, para que cada um de nossos leitores e seguidores possam tirar suas próprias conclusões.



Até quando nossos queridos funcionários públicos irão contra a população por questões de capricho e vaidade?


Que Deus nos ajude, pois os homens não demonstram evolução.

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